
Maria Luís, da comissão de trabalhadores da Groundforce afirma que a contratação é ilegal e não faz qualquer sentido, porque a empresa encerrou a operação em Faro.
“A empresa extinguiu a operação aqui, portanto, deu os clientes à concorrência. Nada que nós não tivéssemos previsto já. Visava basicamente acabar connosco para virem outros mais baratos”, afirma.
Para Maria Luís, a contratação de temporários será mais grave tendo em conta que 50 trabalhadores disponibilizaram-se para ser transferidos.
A representante da comissão de trabalhadores diz ainda que a contratação de temporários pela empresa é um atentado à qualidade e segurança, porque “uma pessoa para trabalhar bem tem que ser bem remunerada, reconhecida e bem formada e o trabalho precário não prevê qualquer uma destas situações”.
A Groundforce deverá encerrar a sua actividade no aeroporto de Faro na próxima semana. A congénere Portway deverá assegurar os serviços e, para isso, já terá iniciado o processo de contratação de novos funcionários para o reforço da sua estrutura em Faro.
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