
"Após reanálise de todo o processo, e de forma a diminuir os efeitos do despedimento colectivo e o número de trabalhadores abrangidos", a empresa propôs aos representantes da Comissão de Trabalhadores da Groundforce cinco medidas para atenuar o despedimento colectivo.
A Groundforce anunciou a "manutenção dos contratos de trabalho de um dos membros dos 15 casais de trabalhadores” e dos contratos de trabalho, “noutra escala a identificar pelas trabalhadoras” grávidas ou que estejam a amamentar.
A possibilidade de os trabalhadores despedidos se poderem candidatar a postos de trabalho na TAP e dar uma compensação pecuniária de “1,15 meses da retribuição base acrescida das anuidades, por cada ano de serviço”.
Propôs ainda oferecer apoio aos trabalhadores despedidos na procura e obtenção de emprego durante quatro meses.
"Este desenvolvimento extremamente difícil só foi tomado depois de, durante muito tempo, se considerarem e esgotarem todas as opções e tornou-se obrigatório face às necessidade imperiosa de garantir e comprovar a viabilização da empresa, sob pena de não lhe ser renovada em 2011 a licença para operar, o que colocaria em risco dois mil postos de trabalho", conclui.
"C.M."
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