Projecto pretende revitalizar o centro histórico
25/11/2010
Comida fora de prazo em híper
Beatriz, de 11 anos, e Ricardo, de 13, começaram a ter vómitos, diarreias e mal-estar no passado dia 6 de Novembro. A mãe, Isabel Silva, dirigiu-se ao Centro de Saúde de Faro e, depois de medicados, os miúdos melhoraram. Mais aliviada, procurou saber as causas do distúrbio alimentar. "Ambos disseram que tinham consumido várias pastilhas elásticas que eu comprara no hipermercado Jumbo, em Faro", explica Isabel Silva, que foi verificar o rótulo da embalagem, que "indicava claramente que o prazo de validade expirara a 17 de Junho passado".
"Dirigi-me ao hipermercado, onde fiz queixa no livro de reclamações, e o gerente desculpou-se e deu prendas às crianças [playstations e jogos]", conta. "Pensei que tivesse sido um descuido ocasional e aceitei as desculpas", diz.
Só que, sábado, dia 20, voltou às compras no Jumbo e, ao verificar as datas dos produtos, viu que "a embalagem, com seis pães ‘hot-dog’ Auchan, terminava a validade a 15 de Novembro", refere Isabel.
O Grupo Auchan confirma ter duas reclamações de produtos com a validade ultrapassada, a 7 de Novembro. "Efectuámos de imediato uma auditoria completa e podemos garantir que, desde essa data, não existem produtos com data de validade ultrapassada". Sobre os pães ‘hot-dog’, estranha pois "os restantes à venda eram de um lote dentro do prazo".
"C.M"
24/11/2010
Infelizmente
Acidente na EN125 faz um morto
Um acidente rodoviário na Estrada Nacional 125, em Pontes de Marchil, perto de Faro, provocou a morte a uma pessoa, disse à Lusa fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Faro. «Tratou-se de um despiste, cerca das 14h50, com um ferido grave, que acabou depois por morrer», disse fonte do CDOS.No local estiveram os bombeiros de Faro com duas viaturas e oito homens, assim como uma Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
Fonte do destacamento de Trânsito da GNR de Faro disse ainda que a vítima mortal foi «um homem de 44 anos, residente em Almancil».
23/11/2010
1º Aniversário
Este espaço, completou no passado dia 23 de Novembro, 1 ano de existência, com um total de 43993, quero desde já agradecer a todos aqueles que colaboraram durante este período, para que toda a informação chegasse junto de todos.
Obrigado
Groundforce: Cinco medidas para ajudar os trabalhadores
A Groundforce propôs manter contratos de trabalho com sete mulheres grávidas ou a amamentar, bem como de um dos membros dos 15 casais despedidos em Faro, para “diminuir os efeitos do despedimento colectivo”.
A empresa detida pela TAP, que tinha anunciado o encerramento a 10 de Novembro, apresentou esta terça-feira medidas para ajudar os 336 trabalhadores do despedimento colectivo.
A empresa detida pela TAP, que tinha anunciado o encerramento a 10 de Novembro, apresentou esta terça-feira medidas para ajudar os 336 trabalhadores do despedimento colectivo. "Após reanálise de todo o processo, e de forma a diminuir os efeitos do despedimento colectivo e o número de trabalhadores abrangidos", a empresa propôs aos representantes da Comissão de Trabalhadores da Groundforce cinco medidas para atenuar o despedimento colectivo.
A Groundforce anunciou a "manutenção dos contratos de trabalho de um dos membros dos 15 casais de trabalhadores” e dos contratos de trabalho, “noutra escala a identificar pelas trabalhadoras” grávidas ou que estejam a amamentar.
A possibilidade de os trabalhadores despedidos se poderem candidatar a postos de trabalho na TAP e dar uma compensação pecuniária de “1,15 meses da retribuição base acrescida das anuidades, por cada ano de serviço”.
Propôs ainda oferecer apoio aos trabalhadores despedidos na procura e obtenção de emprego durante quatro meses.
"Este desenvolvimento extremamente difícil só foi tomado depois de, durante muito tempo, se considerarem e esgotarem todas as opções e tornou-se obrigatório face às necessidade imperiosa de garantir e comprovar a viabilização da empresa, sob pena de não lhe ser renovada em 2011 a licença para operar, o que colocaria em risco dois mil postos de trabalho", conclui.
"C.M."
Preço da água desce para 40% dos consumidores
A FAGAR está a levar a cabo a revisão dos seus tarifários para 2011. A autarquia, titular da maioria do capital social desta empresa municipal, participou activamente na definição das alterações que os preços irão sofrer. Maior equidade e particular atenção às condições dos mais carenciados foram os parâmetros que nortearam as decisões tomadas. Em face da grave conjuntura económica-social, impunha-se que esta empresa municipal readequasse o seu preçário, de molde a desonerar as facturas de consumo de água dos titulares de rendimentos médios e baixos. Esta é uma responsabilidade social que não declinamos. Estes perfazem 40% do rol de consumidores. Vão todos pagar menos. A título de exemplo, um consumidor doméstico que consuma até 6 m3 de água/mês, vai pagar em média menos 15% de factura mensal. As famílias numerosas que consumam até 19 m3 por mês também vão usufruir em média de igual redução. O mesmo sucederá com a generalidade das IPSS e titulares de estabelecimentos comerciais. No cômputo geral, entre consumo doméstico, comércio, turismo, pensionistas, famílias numerosas, IPSS e instituições de utilidade pública, haverá cerca de 12.000 clientes da FAGAR que pagarão menos do que em 2010.É um universo muito abrangente, mas que no quadro actual se encontra perfeitamente justificado.
Dos restantes 60% de consumidores, 40% vão pagar em 2011 o mesmo que em 2010. Os restantes verão as suas facturas aumentar, sendo que apenas em patamares de consumo extremamente elevados os aumentos serão significativos. A título de exemplo, apenas para consumos domésticos superiores a 26 m3/mês é que os aumentos serão superiores a 15%.Não estão nesta circunstância mais do que 1000 consumidores domésticos.
Saliente-se, não obstante, que estes ajustamentos não comprometem o equilíbrio financeiro da FAGAR nem põe em causa a sua sustentabilidade. Através destas alterações não se estão a canalizar prejuízos para a empresa que teriam que ser suportados pela autarquia, mas sim a redistribuir o esforço de cada consumidor em função do seu dispêndio de água e da respectiva capacidade contributiva.
Numa época de crise exigem-se respostas sociais. Exige-se que o universo municipal - autarquia e sector empresarial local - seja mais eficiente. Só assim se poderá cobrar taxas e preços mais justos aos cidadãos. Temos e vamos continuar a fazer esse caminho, pese embora os constrangimentos financeiros de todos conhecidos.
"C.M.Faro"
Câmara alarga apoio financeiro a mais 450 alunos do 1.º ciclo e pré-escola para atenuar crise
Com esta medida, que prevê "a inclusão do escalão 3 da Segurança Social no escalão B dos apoios sociais a prestar pela autarquia no decurso do corrente ano letivo", estes 450 alunos vão ter direito a "um montante de 35 euros", explicou a câmara algarvia.
"Esta decisão deve-se ao facto de se ter constatado um acréscimo de famílias carenciadas no concelho, pondo em causa a capacidade financeira de dar resposta pronta e adequada às necessidades educativas dos seus educandos. Num quadro de crise económico-social, exigia-se o alargamento dos agregados englobados nestes apoios”, justificou o executivo PSD-CDS/PP-MPT-PPM, presidido por Macário Correia, num comunicado.
A autarquia assegurou ainda que vai acompanhar "eventuais alterações de rendimento das famílias", provocados por "aumento do desemprego ou outras vicissitudes que prejudiquem as condições mínimas de acesso ao ensino" e "não hesitará em tomar medidas que ofereçam mais respostas sociais para atenuar a dimensão das dificuldades".
"D.N."
22/11/2010
Groundforce: "Situação tem que ser reversível"
O secretário geral da CGTP, Carvalho da Silva considerou esta segunda-feira que a situação dos trabalhadores da Groundforce de Faro "tem que ser reversível", caso contrário é o "desastre".
Carvalho da Silva falava aos jornalistas após uma reunião com alguns dos trabalhadores da empresa, que há duas semanas foram surpreendidos com o anúncio do encerramento da escala no Aeroporto de Faro e o despedimento colectivo de 336 funcionários.
Carvalho da Silva falava aos jornalistas após uma reunião com alguns dos trabalhadores da empresa, que há duas semanas foram surpreendidos com o anúncio do encerramento da escala no Aeroporto de Faro e o despedimento colectivo de 336 funcionários.Segundo o líder da CGTP, a reestruturação deve ser feita "com coerência", cortando "onde se deve" e não no emprego ou nas condições de trabalho, fazendo acertos de acordo "com as injustiças".
Para Carvalho da Silva, as injustiças não estão nos salários dos trabalhadores, mas sim na "estrutura macro do grupo" e na forma como a empresa tem sido gerida, diz, apontando o dedo ao Governo.
"É importante pôr em evidência que este é um processo debaixo de uma enorme trapalhada, de falta de transparência, com argumentos enganosos e até em alguns casos mentirosos", afirma.
Carvalho da Silva diz não ter dúvidas de que o eventual despedimento dos 336 trabalhadores só foi desencadeado "porque a tutela lhe deu cobertura", já que, diz, trata-se "de um ensaio para diminuir as condições de trabalho noutros espaços do grupo".
Este "ensaio" à custa dos sacrifícios dos trabalhadores serve também para "tentar tornar a atracção à privatização mais forte", defende o secretário geral da CGTP. "O trabalho que [os funcionários da Groundforce em Faro] faziam existiu, existe e vai continuar a existir", concluiu.
"C.M."
A Ryanair Lança 1 Milhão de Lugares a 6€
Viaje por apenas 6€ para mais de 500 rotas no fim de Dezembro e Janeiro.
Estes bilhetes da Ryanair a 6€ incluem todas as taxas e encargos, como tal, todos os passageiros que decidam evitar as despesas opcionais, ao efectuarem o pagamento com o cartão pré-pago da MasterCard, transportando só a mala de mão até 10Kg e não optando pelo embarque prioritário, poderão viajar à tarifa publicitada de 6€.
Câmara de Faro toma posse administrativa de imóvel
A Câmra de Faro "foi informada, em Outubro passado, da intenção da proprietária do imóvel (antiga vidreira) situado na confluência da rua da Misericórdia e do Albergue de proceder à limpeza do edifício e a outras intervenções de escassa relevância que, em face da legislação em vigor, não careceriam de licenciamento. Advertiu-se a proprietária, desde logo, para que em caso de obras de alteração a intervenção estaria sujeita à competente licença, sendo que o projecto deveria observar as normas regulamentares que conformam as operações urbanísticas na área delimitada como núcleo histórico do concelho de Faro".
Acrescenta ainda a autarquia, que, "Estas coordenadas não foram cumpridas. À revelia da autarquia e sem qualquer acto administrativo que consentisse a operação, foram removidas as telhas de canudo e substituídas por telhas lusas, ao arrepio das mais elementares normas de preservação das zonas históricas e ferindo a integridade do conjunto edificado. As obras de alteração em causa - substituição da cobertura por materiais de natureza e cor diferentes dos pré-existentes - encontram-se sujeitas a prévio procedimento de licença e não foram nem serão licenciadas em condições que comprometam a essência do edifício, localizado em zona de protecção de edifício classificado.
Por isso, a obra foi prontamente embargada. Pelos Serviços de Fiscalização foram despoletados os procedimentos legais previstos, com vista à execução da ordem de embargo, e ainda, levantados os respectivos autos de embargo (de 11 de Novembro de 2010) e de notícia para efeitos contra-ordenacionais, pelas infracções constatadas. A autarquia não compactua com ilegalidades.
Todavia, a notificação não surtiu efeito e à margem da lei os trabalhos persistiram. A Câmara não transige perante factos consumados, pelo que, perante o desrespeito e desobediência da ordem de embargo, e sem prejuízo das responsabilidades criminais e contra-ordenacionais decorrentes das infracções constatadas, e a fim de neutralizar de imediato a obra que está a ser levada a efeito à margem do quadro jurídico que lhe é aplicável, foi determinada a posse administrativa do edifício".
A Câmara faz também saber "que não será permitida qualquer intervenção urbanística no concelho que viole as prescrições legais e que, caso os particulares as realizem fora do quadro normativo, serão demandados para repor a situação originária com as sanções administrativas e criminais que a ofensa da legalidade pode acarretar".
Acrescenta ainda a autarquia, que, "Estas coordenadas não foram cumpridas. À revelia da autarquia e sem qualquer acto administrativo que consentisse a operação, foram removidas as telhas de canudo e substituídas por telhas lusas, ao arrepio das mais elementares normas de preservação das zonas históricas e ferindo a integridade do conjunto edificado. As obras de alteração em causa - substituição da cobertura por materiais de natureza e cor diferentes dos pré-existentes - encontram-se sujeitas a prévio procedimento de licença e não foram nem serão licenciadas em condições que comprometam a essência do edifício, localizado em zona de protecção de edifício classificado.
Por isso, a obra foi prontamente embargada. Pelos Serviços de Fiscalização foram despoletados os procedimentos legais previstos, com vista à execução da ordem de embargo, e ainda, levantados os respectivos autos de embargo (de 11 de Novembro de 2010) e de notícia para efeitos contra-ordenacionais, pelas infracções constatadas. A autarquia não compactua com ilegalidades.
Todavia, a notificação não surtiu efeito e à margem da lei os trabalhos persistiram. A Câmara não transige perante factos consumados, pelo que, perante o desrespeito e desobediência da ordem de embargo, e sem prejuízo das responsabilidades criminais e contra-ordenacionais decorrentes das infracções constatadas, e a fim de neutralizar de imediato a obra que está a ser levada a efeito à margem do quadro jurídico que lhe é aplicável, foi determinada a posse administrativa do edifício".
A Câmara faz também saber "que não será permitida qualquer intervenção urbanística no concelho que viole as prescrições legais e que, caso os particulares as realizem fora do quadro normativo, serão demandados para repor a situação originária com as sanções administrativas e criminais que a ofensa da legalidade pode acarretar".
"+Algarve"
Edite Rocha, Igreja do Carmo em Faro 2010
Concerto englobado no IV Festival de Órgão Faro 2010.
Edite Rocha no dia 20 de Novembro de 2010, Igreja do Carmo em Faro.
Organização: Musica XXI
Edite Rocha no dia 20 de Novembro de 2010, Igreja do Carmo em Faro.
Organização: Musica XXI
21/11/2010
Macário Correia responde online no Facebook
O Sr.Presidente da Câmara, José Macário Correia, estará disponível no próximo dia 24, quarta-feira, entre as 19.30 e as 20.30, para responder a todas as questões que quiserem formular sobre a actualidade do concelho.Para isso, bastará publicar nesta página e aguardar a resposta.Esta página é um veículo de informação das actividades da autarquia, mas também um instrumento para que nos cheguem alertas, críticas, sugestões.Queremos que seja parte da política de proximidade, firmada no diálogo e na auscultação reiterada dos munícipes.
O concelho constrói-se com todos. Aguardamos a vossa participação.
Melhores cumprimentos,
Cristóvão Norte
Chefe de Gabinete do Presidente
20/11/2010
Faro antecipa Dia da Memória
O Dia da Memória só hoje é que se comemora, mas o Governo Civil de Faro antecipou as cerimónias e assinalou ontem a data criada para recordar as vítimas de acidentes de viação e alertar para a segurança rodoviária.Um desfile motard entre Faro e Loulé, em que participaram 100 motociclistas de associações e motoclubes de todo o Algarve, foi a iniciativa escolhida para marcar o Dia da Memória a sul. No final, junto ao Santuário da Mãe Soberana, foi feita a largada de uma dezena de pombos em homenagem às vítimas. Além da governadora Civil de Faro, Isilda Gomes, participaram nas cerimónias os presidentes das câmaras de Faro e Loulé e ainda a diocese do Algarve, que este ano se associou, pela primeira vez, à iniciativa. "Gostaria que anualmente este dia fosse aproveitado em todas as paróquias para ter presente na oração todos os que perderam a vida em acidentes nas estradas", referiu na cerimónia o bispo do Algarve, D. Manuel Quintas.
O Dia da Memória é anualmente assinalado no terceiro domingo de Novembro. As iniciativas promovidas pela Estrada Vida – liga que reúne cerca de 40 associações relacionadas com as questões rodoviárias – só hoje decorrem em Santarém, Vila Real de Trás-os-Montes e Évora.
Teatro Municipal de Faro lança produto inovador de marketing experencial
A empresa municipal TMF – Teatro Municipal de Faro estabeleceu uma parceria com a agência Wecansell Branding & Event Marketing, que se prepara para apresentar a T-Xperience, uma marca que apresenta o primeiro produto de marketing experiencial dedicado exclusivamente à área da cultura.
Conhecer melhor o património nacional, visitar museus ou exposições, assistir a espetáculos nas grandes salas nacionais é o que o novo projeto T-Xperience pretende oferecer.
O projeto arrancou no terreno já em Agosto deste ano, mas terá a sua apresentação oficial a 22 de Novembro, às 15h00, no Centro de Arte Moderna, em Lisboa.
Segundo os responsáveis da Wecansell, trata-se de um projeto inovador porque pretende contribuir para promover a cultura, tornando-a numa experiência apetecível e acessível a todos.
É um produto 100% nacional, que cria sinergias entre a indústria, a criação artística, as instituições culturais e o público.
A denominação T-Xperience surge por se tratar de um conjunto de experiências culturais — como entradas em museus, locais históricos, exposições e espetáculos — vendidas numa embalagem que contém também uma t-shirt exclusiva e colecionável, com design e ilustração originais alusivos à instituição representada em cada embalagem, e de fabrico totalmente nacional. Os pacotes T-Xperience são comercializados em exclusivo nas lojas Fnac em todo o país.
O primeiro conjunto de packs T-Xperience tem a designação de “Pólos Culturais”, porque integra exatamente oito espaços nacionais que reúnem uma vasta oferta cultural: Centro Cultural de Belém e Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, Cine Teatro Constantino Nery, em Matosinhos, Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, Teatro Nacional de São João, no Porto, Teatro das Figuras, em Faro, Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz e Centro das Artes – Casa das Mudas, na Madeira.
O pack T-Xperience do Teatro das Figuras inclui uma entrada para espetáculos de produção própria da TMF, identificados no material de divulgação com o selo “Espectáculos TMF” e uma t-shirt de design original, inspirado no incontornável perfil do edifício do Teatro das Figuras.
Conhecer melhor o património nacional, visitar museus ou exposições, assistir a espetáculos nas grandes salas nacionais é o que o novo projeto T-Xperience pretende oferecer.
O projeto arrancou no terreno já em Agosto deste ano, mas terá a sua apresentação oficial a 22 de Novembro, às 15h00, no Centro de Arte Moderna, em Lisboa.
Segundo os responsáveis da Wecansell, trata-se de um projeto inovador porque pretende contribuir para promover a cultura, tornando-a numa experiência apetecível e acessível a todos.
É um produto 100% nacional, que cria sinergias entre a indústria, a criação artística, as instituições culturais e o público.
A denominação T-Xperience surge por se tratar de um conjunto de experiências culturais — como entradas em museus, locais históricos, exposições e espetáculos — vendidas numa embalagem que contém também uma t-shirt exclusiva e colecionável, com design e ilustração originais alusivos à instituição representada em cada embalagem, e de fabrico totalmente nacional. Os pacotes T-Xperience são comercializados em exclusivo nas lojas Fnac em todo o país.
O primeiro conjunto de packs T-Xperience tem a designação de “Pólos Culturais”, porque integra exatamente oito espaços nacionais que reúnem uma vasta oferta cultural: Centro Cultural de Belém e Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, Cine Teatro Constantino Nery, em Matosinhos, Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, Teatro Nacional de São João, no Porto, Teatro das Figuras, em Faro, Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz e Centro das Artes – Casa das Mudas, na Madeira.
O pack T-Xperience do Teatro das Figuras inclui uma entrada para espetáculos de produção própria da TMF, identificados no material de divulgação com o selo “Espectáculos TMF” e uma t-shirt de design original, inspirado no incontornável perfil do edifício do Teatro das Figuras.
"barlavento"
Reunião com a comissão de trabalhadores da Groundforce
Manuel Alegre reúne em Faro com trabalhadores da Groundforce.
Manuel Alegre manifestou-se hoje solidário com os trabalhadores da Groundforce que perderam os seus postos de trabalho em condições que considera de "grande insensibilidade social". Após uma reunião em Faro com representantes dos trabalhadores, o candidato defendeu a necessidade de sensibilidade do Estado para que a situação não se torne irreversível.
Manuel Alegre manifestou-se hoje solidário com os trabalhadores da Groundforce que perderam os seus postos de trabalho em condições que considera de "grande insensibilidade social". Após uma reunião em Faro com representantes dos trabalhadores, o candidato defendeu a necessidade de sensibilidade do Estado para que a situação não se torne irreversível.
José Vitorino diz que Macário Correia é “um vendedor de ilusões”
O movimento Cidadãos com Faro no Coração (CFC), liderado pelo ex-presidente da câmara de Faro, José Vitorino, acusou hoje o actual líder do executivo, Macário Correia, de ser um “vendedor de ilusões” e de “abuso de poder”.
Em conferência de imprensa realizada esta quinta-feira, aquele grupo de cidadãos – que contam com um representante na assembleia municipal de Faro – fez o balanço do primeiro ano de mandato do elenco liderado pelo autarca social-democrata.
“O balanço de 20 meses – um ano de mandato mais oito meses de campanha – do presidente e da coligação é de descalabro”, disse o ex-presidente e ex-vereador da autarquia da capital algarvia.
Para o grupo liderado por José Vitorino, “em vez do paraíso prometido pelo candidato que se apresentou como salvador, Faro está perante um «inferno»”. Macário Correia, acrescentou, é “um vendedor de ilusões e o principal responsável por um enorme embuste eleitoral”.
“Perante uma situação financeira que conheciam em pormenor, o presidente e a maioria comprometeram-se com 200 medidas que satisfaziam as aspirações dos munícipes farenses. Agora, sem coerência e com despudor, desculpam-se com o que já sabiam”, frisou o movimento.
O ex-presidente afirmou que a coligação PSD/CDS-PP mantém a legitimidade jurídico-formal mas, ressalvou, “em apenas um ano já perdeu a legitimidade democrático-eleitoral, porque os eleitores foram enganados”.
José Vitorino sustentou que, neste período, os “actos graves” do presidente e do executivo já ultrapassaram a centena, tendo seleccionado uma dúzia de “pecados sem perdão”.
As práticas de Macário Correia são o principal alvo de críticas dos CFC, que acusa o autarca de “abuso de poder”. “Têm genes muito negativos: ofensas e difamações, prepotência, perseguição aos munícipes, mentiras e manipulações, compadrio partidário; e dificuldade em lidar com as regras democráticas”, refere-se.
“Em assembleia municipal, o presidente recusa-se a responder às perguntas e inquirições da oposição, dizendo que não o faz porque não são construtivas. Nem na Assembleia Nacional se dizia isto, com este descaramento todo”, exclamou José Vitorino.
Os Cidadãos com Faro no Coração criticaram igualmente a nomeação de “três comissários político-partidários” para administradores de empresas municipais, “recebendo em conjunto anualmente cerca de 200 mil euros”, cujo critério de escolha foi a “distribuição de tachos a altos dirigentes do PSD e CDS ou familiares”. “É um imperativo que de imediato se demitam ou sejam demitidos”, exigiram.
A “destruição da estrutura da sociedade farense”, pelo estrangulamento das associações clubes e instituições de solidariedade social, e “total ausência de consciência social”, com a extinção de apoios existentes, são outros dos “pecados” citados.
José Vitorino abordou ainda a gestão financeira da autarquia, que considera “incompetente e ruinosa”, com “aumento de despesas em 2010, em vez da redução apregoada”.
Enumerando “os custos acrescidos com os maus contratos com a Fagar, custo do comboio turístico na ilha sem passageiros e terrenos doados à Ambifaro”, os CFC concluíram: “São superiores aos dois milhões de euros que o executivo diz ter reduzido.”
Em conferência de imprensa realizada esta quinta-feira, aquele grupo de cidadãos – que contam com um representante na assembleia municipal de Faro – fez o balanço do primeiro ano de mandato do elenco liderado pelo autarca social-democrata.
“O balanço de 20 meses – um ano de mandato mais oito meses de campanha – do presidente e da coligação é de descalabro”, disse o ex-presidente e ex-vereador da autarquia da capital algarvia.
Para o grupo liderado por José Vitorino, “em vez do paraíso prometido pelo candidato que se apresentou como salvador, Faro está perante um «inferno»”. Macário Correia, acrescentou, é “um vendedor de ilusões e o principal responsável por um enorme embuste eleitoral”.
“Perante uma situação financeira que conheciam em pormenor, o presidente e a maioria comprometeram-se com 200 medidas que satisfaziam as aspirações dos munícipes farenses. Agora, sem coerência e com despudor, desculpam-se com o que já sabiam”, frisou o movimento.
O ex-presidente afirmou que a coligação PSD/CDS-PP mantém a legitimidade jurídico-formal mas, ressalvou, “em apenas um ano já perdeu a legitimidade democrático-eleitoral, porque os eleitores foram enganados”.
José Vitorino sustentou que, neste período, os “actos graves” do presidente e do executivo já ultrapassaram a centena, tendo seleccionado uma dúzia de “pecados sem perdão”.
As práticas de Macário Correia são o principal alvo de críticas dos CFC, que acusa o autarca de “abuso de poder”. “Têm genes muito negativos: ofensas e difamações, prepotência, perseguição aos munícipes, mentiras e manipulações, compadrio partidário; e dificuldade em lidar com as regras democráticas”, refere-se.
“Em assembleia municipal, o presidente recusa-se a responder às perguntas e inquirições da oposição, dizendo que não o faz porque não são construtivas. Nem na Assembleia Nacional se dizia isto, com este descaramento todo”, exclamou José Vitorino.
Os Cidadãos com Faro no Coração criticaram igualmente a nomeação de “três comissários político-partidários” para administradores de empresas municipais, “recebendo em conjunto anualmente cerca de 200 mil euros”, cujo critério de escolha foi a “distribuição de tachos a altos dirigentes do PSD e CDS ou familiares”. “É um imperativo que de imediato se demitam ou sejam demitidos”, exigiram.
A “destruição da estrutura da sociedade farense”, pelo estrangulamento das associações clubes e instituições de solidariedade social, e “total ausência de consciência social”, com a extinção de apoios existentes, são outros dos “pecados” citados.
José Vitorino abordou ainda a gestão financeira da autarquia, que considera “incompetente e ruinosa”, com “aumento de despesas em 2010, em vez da redução apregoada”.
Enumerando “os custos acrescidos com os maus contratos com a Fagar, custo do comboio turístico na ilha sem passageiros e terrenos doados à Ambifaro”, os CFC concluíram: “São superiores aos dois milhões de euros que o executivo diz ter reduzido.”
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