21/11/2010

Macário Correia responde online no Facebook

O Sr.Presidente da Câmara, José Macário Correia, estará disponível no próximo dia 24, quarta-feira, entre as 19.30 e as 20.30, para responder a todas as questões que quiserem formular sobre a actualidade do concelho.Para isso, bastará publicar nesta página e aguardar a resposta.

Esta página é um veículo de informação das actividades da autarquia, mas também um instrumento para que nos cheguem alertas, críticas, sugestões.Queremos que seja parte da política de proximidade, firmada no diálogo e na auscultação reiterada dos munícipes.

O concelho constrói-se com todos. Aguardamos a vossa participação.

Melhores cumprimentos,
Cristóvão Norte
Chefe de Gabinete do Presidente

20/11/2010

Faro antecipa Dia da Memória

O Dia da Memória só hoje é que se comemora, mas o Governo Civil de Faro antecipou as cerimónias e assinalou ontem a data criada para recordar as vítimas de acidentes de viação e alertar para a segurança rodoviária.

Um desfile motard entre Faro e Loulé, em que participaram 100 motociclistas de associações e motoclubes de todo o Algarve, foi a iniciativa escolhida para marcar o Dia da Memória a sul. No final, junto ao Santuário da Mãe Soberana, foi feita a largada de uma dezena de pombos em homenagem às vítimas. Além da governadora Civil de Faro, Isilda Gomes, participaram nas cerimónias os presidentes das câmaras de Faro e Loulé e ainda a diocese do Algarve, que este ano se associou, pela primeira vez, à iniciativa. "Gostaria que anualmente este dia fosse aproveitado em todas as paróquias para ter presente na oração todos os que perderam a vida em acidentes nas estradas", referiu na cerimónia o bispo do Algarve, D. Manuel Quintas.

O Dia da Memória é anualmente assinalado no terceiro domingo de Novembro. As iniciativas promovidas pela Estrada Vida – liga que reúne cerca de 40 associações relacionadas com as questões rodoviárias – só hoje decorrem em Santarém, Vila Real de Trás-os-Montes e Évora.


Teatro Municipal de Faro lança produto inovador de marketing experencial

A empresa municipal TMF – Teatro Municipal de Faro estabeleceu uma parceria com a agência Wecansell Branding & Event Marketing, que se prepara para apresentar a T-Xperience, uma marca que apresenta o primeiro produto de marketing experiencial dedicado exclusivamente à área da cultura.

Conhecer melhor o património nacional, visitar museus ou exposições, assistir a espetáculos nas grandes salas nacionais é o que o novo projeto T-Xperience pretende oferecer.

O projeto arrancou no terreno já em Agosto deste ano, mas terá a sua apresentação oficial a 22 de Novembro, às 15h00, no Centro de Arte Moderna, em Lisboa.

Segundo os responsáveis da Wecansell, trata-se de um projeto inovador porque pretende contribuir para promover a cultura, tornando-a numa experiência apetecível e acessível a todos.

É um produto 100% nacional, que cria sinergias entre a indústria, a criação artística, as instituições culturais e o público.

A denominação T-Xperience surge por se tratar de um conjunto de experiências culturais — como entradas em museus, locais históricos, exposições e espetáculos — vendidas numa embalagem que contém também uma t-shirt exclusiva e colecionável, com design e ilustração originais alusivos à instituição representada em cada embalagem, e de fabrico totalmente nacional. Os pacotes T-Xperience são comercializados em exclusivo nas lojas Fnac em todo o país.

O primeiro conjunto de packs T-Xperience tem a designação de “Pólos Culturais”, porque integra exatamente oito espaços nacionais que reúnem uma vasta oferta cultural: Centro Cultural de Belém e Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, Cine Teatro Constantino Nery, em Matosinhos, Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, Teatro Nacional de São João, no Porto, Teatro das Figuras, em Faro, Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz e Centro das Artes – Casa das Mudas, na Madeira.

O pack T-Xperience do Teatro das Figuras inclui uma entrada para espetáculos de produção própria da TMF, identificados no material de divulgação com o selo “Espectáculos TMF” e uma t-shirt de design original, inspirado no incontornável perfil do edifício do Teatro das Figuras.
"barlavento"

Faro Empreendedor

Iniciativa promove workshops e debates de combate ao desemprego

Há e Tal Sou das Finanças...


Reunião com a comissão de trabalhadores da Groundforce

Manuel Alegre reúne em Faro com trabalhadores da Groundforce.
Manuel Alegre manifestou-se hoje solidário com os trabalhadores da Groundforce que perderam os seus postos de trabalho em condições que considera de "grande insensibilidade social". Após uma reunião em Faro com representantes dos trabalhadores, o candidato defendeu a necessidade de sensibilidade do Estado para que a situação não se torne irreversível.

José Vitorino diz que Macário Correia é “um vendedor de ilusões”

O movimento Cidadãos com Faro no Coração (CFC), liderado pelo ex-presidente da câmara de Faro, José Vitorino, acusou hoje o actual líder do executivo, Macário Correia, de ser um “vendedor de ilusões” e de “abuso de poder”.

Em conferência de imprensa realizada esta quinta-feira, aquele grupo de cidadãos – que contam com um representante na assembleia municipal de Faro – fez o balanço do primeiro ano de mandato do elenco liderado pelo autarca social-democrata.

“O balanço de 20 meses – um ano de mandato mais oito meses de campanha – do presidente e da coligação é de descalabro”, disse o ex-presidente e ex-vereador da autarquia da capital algarvia.

Para o grupo liderado por José Vitorino, “em vez do paraíso prometido pelo candidato que se apresentou como salvador, Faro está perante um «inferno»”. Macário Correia, acrescentou, é “um vendedor de ilusões e o principal responsável por um enorme embuste eleitoral”.

“Perante uma situação financeira que conheciam em pormenor, o presidente e a maioria comprometeram-se com 200 medidas que satisfaziam as aspirações dos munícipes farenses. Agora, sem coerência e com despudor, desculpam-se com o que já sabiam”, frisou o movimento.

O ex-presidente afirmou que a coligação PSD/CDS-PP mantém a legitimidade jurídico-formal mas, ressalvou, “em apenas um ano já perdeu a legitimidade democrático-eleitoral, porque os eleitores foram enganados”.

José Vitorino sustentou que, neste período, os “actos graves” do presidente e do executivo já ultrapassaram a centena, tendo seleccionado uma dúzia de “pecados sem perdão”.

As práticas de Macário Correia são o principal alvo de críticas dos CFC, que acusa o autarca de “abuso de poder”. “Têm genes muito negativos: ofensas e difamações, prepotência, perseguição aos munícipes, mentiras e manipulações, compadrio partidário; e dificuldade em lidar com as regras democráticas”, refere-se.

“Em assembleia municipal, o presidente recusa-se a responder às perguntas e inquirições da oposição, dizendo que não o faz porque não são construtivas. Nem na Assembleia Nacional se dizia isto, com este descaramento todo”, exclamou José Vitorino.

Os Cidadãos com Faro no Coração criticaram igualmente a nomeação de “três comissários político-partidários” para administradores de empresas municipais, “recebendo em conjunto anualmente cerca de 200 mil euros”, cujo critério de escolha foi a “distribuição de tachos a altos dirigentes do PSD e CDS ou familiares”. “É um imperativo que de imediato se demitam ou sejam demitidos”, exigiram.

A “destruição da estrutura da sociedade farense”, pelo estrangulamento das associações clubes e instituições de solidariedade social, e “total ausência de consciência social”, com a extinção de apoios existentes, são outros dos “pecados” citados.

José Vitorino abordou ainda a gestão financeira da autarquia, que considera “incompetente e ruinosa”, com “aumento de despesas em 2010, em vez da redução apregoada”.

Enumerando “os custos acrescidos com os maus contratos com a Fagar, custo do comboio turístico na ilha sem passageiros e terrenos doados à Ambifaro”, os CFC concluíram: “São superiores aos dois milhões de euros que o executivo diz ter reduzido.” 
 
"DiáriOnline"

Faro... Segurança no Trabalho!?




18/11/2010

4º Encontro de Coros Ibéricos Cidade de Faro

Vidreira - Reposição de legalidade

A Câmara foi informada, em Outubro passado, da intenção da proprietária do imóvel (antiga vidreira) situado na confluência da rua da Misericórdia e do Albergue de proceder à limpeza do edifício e a outras intervenções de escassa relevância que, em face da legislação em vigor, não careceriam de licenciamento. Advertiu-se a proprietária, desde logo, para que em caso de obras de alteração a intervenção estaria sujeita à competente licença, sendo que o projecto deveria observar as normas regulamentares que conformam as operações urbanísticas na área delimitada como núcleo histórico do concelho de Faro.

Estas coordenadas não foram cumpridas. À revelia da autarquia e sem qualquer acto administrativo que consentisse a operação, foram removidas as telhas de canudo e substituídas por telhas lusas, ao arrepio das mais elementares normas de preservação das zonas históricas e ferindo a integridade do conjunto edificado. As obras de alteração em causa - substituição da cobertura por materiais de natureza e cor diferentes dos pré-existentes - encontram-se sujeitas a prévio procedimento de licença e não foram nem serão licenciadas em condições que comprometam a essência do edifício,   localizado em zona de protecção de edifício classificado.

Por isso, a obra foi prontamente embargada. Pelos Serviços de Fiscalização foram despoletados os procedimentos legais previstos, com vista à execução da ordem de embargo, e ainda, levantados os respectivos autos de embargo (de 11 de Novembro de 2010) e de notícia para efeitos contra-ordenacionais, pelas infracções constatadas. A autarquia não compactua com ilegalidades.
Todavia, a notificação não surtiu efeito e à margem da lei os trabalhos persistiram. A Câmara não transige perante factos consumados, pelo que, perante o desrespeito e desobediência da ordem de embargo, e sem prejuízo das responsabilidades criminais e contra-ordenacionais decorrentes das infracções constatadas, e a fim de neutralizar de imediato a obra que está a ser levada a efeito à margem do quadro jurídico que lhe é aplicável, foi determinada a posse administrativa do edifício.
Por último, a Câmara faz saber que não será permitida qualquer intervenção urbanística no concelho que viole as prescrições legais e que, caso os particulares as realizem fora do quadro normativo, serão demandados para repor a situação originária com as sanções administrativas e criminais que a ofensa da legalidade pode acarretar.

"C.M.Faro"

Palmeiras custam 65 mil €

A Câmara de Faro já gastou 29 mil euros em tratamentos contra a praga do escaravelho das palmeiras e vai gastar mais 36 mil euros em limpeza, corte e incineração das 70 palmeiras já identificadas como irrecuperáveis. A autarquia estima que, das cerca de 400 palmeiras existentes no concelho, uma centena, na melhor das hipóteses, terá de ser removida.

A praga afecta toda a zona costeira algarvia e é difícil de conter, não só porque os tratamentos à base de insecticidas não têm garantia absoluta de sucesso, como também devido à capacidade de os escaravelhos fazerem voos contínuos até uma distância de cinco quilómetros.
A aplicação de insecticida custa entre 100 e 250 euros por palmeira. Cada tratamento dura pelo menos dois anos e só tem resultados visíveis ao fim de nove meses.
"C.M."

17/11/2010

Groundforce Despedimentos bruscos são situações de "stress" agudo


O desemprego é um dos factores que podem causar depressões, mas os despedimentos bruscos geram reacções emocionais e físicas mais intensas, situações de grande pressão.

"Já vi muitos homens a chorar nos últimos dias." A confissão é de Mateus Mendonça, um dos 336 trabalhadores da Groundforce do aeroporto de Faro, despedidos esta semana. Sem aviso. "Estávamos numa formação quando bateram à porta a contar a notícia, que tinha saído num jornal", conta o trabalhador. A reacção inicial foi de choque. O que é de esperar quando "há um despedimento brusco, porque gera uma situação de stress agudo", explica a psiquiatra Luísa Figueira.

"Uma notícia tão dramática, quando é inesperada, gera reacções imediatas mais intensas. Há pessoas que têm uma reacção muito forte - psicológica e física", acrescenta. Uma situação de stress agudo agrava, por exemplo, o risco de doença cardíaca.

No entanto, a longo prazo, um despedimento brusco tem o mesmo efeito que um que já era esperado, como no caso de uma fábrica em dificuldades, acrescenta a especialista. "Por um lado é preciso salientar que o despedimento acaba por gerar mais quadros de ansiedade do que de depressão. Há uma preocupação com a sobrevivência, que vai crescendo à medida que o tempo vai passando sem a situação se resolver." Só quando a pessoa sente que não tem capacidade para ultrapassar o problema é que há um esgotamento e uma desmoralização e a pessoa pode entrar em depressão.

Mas a reacção varia sempre de cada pessoa, salienta: há pessoas naturalmente mais resistentes do que outras; não é a mesma coisa ser despedido aos 30 ou aos 50; não é a mesma coisa ser dispensado depois de passar a vida numa empresa ou já ter uma carreira e mentalidade habituadas à mobilidade.

No caso dos trabalhadores da Groundforce "quase todos têm mais de 15 anos de casa", diz Mateus Mendonça, há 19 anos na escala de Faro. "Não há grandes palavras para explicar o que aconteceu. Ninguém queria acreditar. Nem o trabalhador mais pessimista podia prever um desfecho destes", diz. A confirmação do despedimento chegou a meio da tarde, por e-mail, depois "de horas de desespero". "Caiu-nos muito mal, a forma como foi feito", acrescenta.

Há colegas que ainda não voltou a ver desde o início da semana e nem quer imaginar como estão. "Eu, sou só eu aqui, mas há 13 casais que foram despedidos. E pela idade e porque são trabalhadores muito especializadas as saídas profissionais são muito escassas. É um choque tremendo", repete.

Também Andreia, uma das 22 enfermeiras que trabalhavam em centros de saúde algarvios e foram dispensadas por telefone no início da semana, foi apanhada de surpresa. "Quando telefonaram a dizer para não me apresentar ao trabalho no dia seguinte não estava completamente desprevenida porque uma das colegas tinha-me telefonado minutos antes, assustada, a contar o que tinha acontecido. Mas foi tudo muito inesperado", diz a enfermeira de 23 anos. Mas além de ser mais nova Andreia ainda tem esperança que a situação se resolva: "Acredito que sim, porque somos necessárias."

"Não há doenças, há doentes", resume o psiquiatra Álvaro de Carvalho, acrescentado que as circunstâncias de vida de cada um são, nestes casos, fundamentais.

No entanto, há despedimentos que as pessoas sentem como sendo especialmente humilhantes. "Ao nível dos quadro superiores, por exemplo, quando são medidas isoladas, o que é raro, e há uma perda de estatuto social muito brusca, a auto-estima sofre muito", diz Luísa Figueira.
"D.N."

Teatro está nos mínimos

O Teatro Municipal de Faro (TMF) está a trabalhar com a equipa nos mínimos e vai receber apenas 200 mil euros para a programação de espectáculos de 2011 – menos 52 por cento do que em 2005, ano da ‘Faro Capital Nacional da Cultura’, disse ontem a administradora do espaço, Anabela Afonso.

"Este teatro viveu um ano bem, mas quando a Capital Nacional da Cultura se foi embora e começaram os problemas financeiros do município, começou-se logo a cortar na equipa em cada ano que passava", explicou Anabela Afonso. Actualmente "está nos mínimos", reconheceu, referindo que cerca de vinte pessoas trabalham no TMF, apenas uma por cada área.

Quanto à verba para a programação, a administradora admite que é reduzida, principalmente se comparada com 2005, quando houve um milhão e 300 mil euros para espectáculos. "Duzentos mil euros não é muito para uma estrutura como o teatro municipal, considerando que também está aí a verba para programar o Teatro Lethes [em Faro]", referiu Anabela Afonso.

Para fazer face aos constrangimentos, o TMF vai procurar receitas através da venda de bilhetes, aluguer da sala para eventos ou mecenato. Refira-se que parte do orçamento deste ano foi desviado para cobrir prejuízos acumulados.

"C.M."

Doença das Palmeiras ... E as Piscinas de Faro?

Olá, não sei se tem conhecimento, mas as aulas nas Piscinas Municipais de Faro estão PARADAS.... 
Parece que não há professores...Há um mês que dizem aos utentes que quando souberem quando começam as aulas que mandam sms a avisar.....acho isto que é um abuso.
Será que pode ir esmiuçar a questão?  
E as nossas palmeiras, estão morrer todas e a C.M.Faro está a fazer alguma coisa?

Obg
Alexandra
Recebido via mail
Em resposta quanto à questão da doença das palmeiras, a Câmara Municipal de Faro diz o seguinte:

A Câmara Municipal de Faro, em face de informação imprecisa que tem sido veiculada a respeito das medidas tomadas para controlo e erradicação da praga do escaravelho das palmeiras, vem tornar público o seguinte:

1. O escaravelho das palmeiras é um insecto que vive e se alimenta no interior do tronco desta. Tem preferência pela Phoenix canariensis - palmeira comum em Portugal com tronco grosso em forma de ananás mas pode atacar outras espécies. Os danos produzidos são tão graves que findam a vida da palmeira hospedeira. Para além disso, estes insectos gozam da aptidão de sustentar voos contínuos de longa distância entre 4- 5 km, pelo que a sua propagação é crítica de conter, como se tem observado pela sua difusão na faixa costeira algarvia.

2. A FAGAR, em estreita articulação com a autarquia, estabeleceu como prioritário o combate a esta praga. Têm garantido um apertado plano de vigilância às palmeiras na identificação dos sintomas da doença e prepararam atempadamente um plano de ataque em que avulta a aplicação regular de produtos de acção preventiva e curativa.
3. O método que tem oferecido mais garantias de êxito no tratamento de cada palmeira, e que quando aplicado num estágio inicial da praga pode consentir a sobrevivência da planta, é o que consiste na pulverização por inundação da coroa de um produto biológico à base de nemátodos. O tratamento, sem garantia de sucesso, dura pelo menos 2 anos e apenas oferece resultados visíveis ao fim de 9 meses.

4. A Fagar trata todas as palmeiras, independentemente de estas apresentarem sinais de infestação e está nesta altura a executar a aplicação do insecticida que compreende a fase de preparação e pulverização,  que pode custar entre 100 a 250 euros por palmeira, dependendo da altura desta e dos meios utilizados. Já foram empregues cerca de 29.000 € nestes tratamentos e serão necessários mais 36.000 € para proceder à limpeza, corte e incineração das 70 palmeiras já identificadas como irrecuperáveis.

5. Das cerca de 400 palmeiras existentes no concelho estima-se que 100, na melhor das hipóteses, tenham que ser removidas. Estamos a envidar todos os esforços para atenuar o cataclismo ambiental que esta praga acarreta, já que esta espécie é um marco identitário da cidade e do concelho pelo que merece o esforço financeiro que esta intervenção demanda.


A Câmara Municipal de Faro foi contactada, em relação à sua questão da falta de professores nas piscinas municipais de Faro, mas até à data não houve resposta ficamos aguardar!

Quem Chegou Primeiro?

Em Setembro passado, foram colocadas umas fotos relativas, a um poste no meio de um lugar de estacionamento junto ao cruzamento do Chelote, o mesmo já foi corrigido veja o antes e o depois!

 ANTES



DEPOIS



15/11/2010

RISCAS AMARELAS EM FARO

O Snrº Presidente de CM de Faro, Eng.º Macário Correia, contemplou todos os comerciantes das Ruas: Aboim Ascensão, General Teófilo da Trindade, Dr.º Candido Guerreiro, com faixas amarelas em ambos os
lados da rua, mas gostava que alguém me explica-se porque é que a METALOFARENSE  ficou ISENTA  das mesmas, se até a Farmacia Crespo Santos  ficou com as ditas faixas.
A Metalofarense será a única que paga impostos ?.

Recebido Via Mail Por:
Daniel Nóbrega





14/11/2010

Faro Cidade


Ronda By Faro from Videocontraste on Vimeo.

Skatebowl in Faro Portugal from LooseRide.com on Vimeo.

Winter 2009/2010 in the Algarve from LooseRide.com on Vimeo.
Passeio de Segway TT na Praia de Faro from Nelson Leal on Vimeo.

Casais sofrem mudança radical

A vida de Maria Luís e Carlos Costa está em vias de sofrer uma "mudança radical". São um dos muitos casais que integram a lista de 336 funcionários da Groundforce, ao serviço no aeroporto de Faro, que foram alvo de despedimento colectivo.

Maria e Carlos trabalham há 18 anos na empresa de handling da TAP e estão a caminho do desemprego, cujos números no Algarve podem atingir este Inverno, segundo os sindicatos, um recorde de 33 mil desempregados. "Não vamos passar fome, mas vamos ter de cortar em muitas coisas para podermos pagar as contas ", lamentou ao CM o casal, que, no caso de ir para o desemprego, vai sofrer um corte de quase mil euros.
Maria tem 42 anos e Carlos 40. O pior de tudo é a falta de perspectivas de trabalho. "Com esta idade ninguém nos vai dar trabalho, e o que aparecer será com um ordenado muito inferior ao que nós temos. Não vamos conseguir aguentar", teme Maria Luís. Com dois filhos menores, os cortes "vão começar já este Natal, com a redução significativa de prendas".
As negociações com o Ministério do Trabalho arrancam quinta--feira e o Sindicato dos Técnicos de Handling dos Aeroportos tem "esperança de que ainda se consiga uma solução para o problema". 

FAMÍLIA SEM ABONO
"É UMA MEDIDA PÉSSIMA"

A perda de 45 euros mensais deixa Paulo Serra, 39 anos, e Elisabete Cortez, 37, revoltados. "É uma medida péssima. O dinheiro servia para pagar despesas, como fraldas ou leite", refere Paulo Serra. O casal, ele empresário e ela funcionária pública, reside em Coimbra
e tem três filhos de 5, 9 e 13 anos. "Temos de gerir bem", diz Elisabete, ao acrescentar que a verba dava para a terapia da fala do filho. 
"C.M."

Faro combate o tabagismo

Teatro sem tabus

13/11/2010

Missão Sorriso 2010

O HFaro é o Hospital de referência do Algarve, cuja região apresenta actualmente uma Taxa Bruta de Natalidade de 11,1‰ (TBN Portugal = 9,4‰), sendo a 4ª maternidade a nível nacional com o maior número de partos. Com o projecto "Sempre a Gerar Sorrisos", procuramos melhorar a qualidade e a eficácia dos serviços prestados no serviço de obstetrícia, promovendo a humanização do parto hospitalar, com benefícios para as futuras mães e crianças. 

Este ano é você quem decide o Hospital
a receber o apoio da Missão Sorriso.

Estão a concurso 22 projectos oriundos de
Hospitais Pediátricos, Maternidades ou Hospitais
com serviço de Pediatria e/ou Obstetrícia. 



FARENSE X OPERÁRIO