21/10/2010
20/10/2010
Macário Correia Respondeu hoje no Facebook
Decorreu hoje no mural da Câmara Municipal de Faro na rede social "Facebook" entre as 12h00 e 13h00, os farenses aderiam a esta iniciativa, e as perguntas foram surgindo no mural da C.M. Faro, colocaram questões livremente e de forma educada, ao seu Presidente, passando mesmo algumas empresas locais pelo "mural".
Consultem o mural da Câmara Municipal de Faro e revejam as questões colocadas pela população de Faro!
Mural da Câmara Municipal de Faro
Vídeo
Consultem o mural da Câmara Municipal de Faro e revejam as questões colocadas pela população de Faro!
Mural da Câmara Municipal de Faro
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Demolições e realojamentos na Praia de Faro podem começar em 2011
Não será ainda a grande intervenção de renaturalização do Polis da Ria Formosa, mas Macário Correia admitiu avançar para demolições pontuais na parte central da Praia de Faro, para que se faça o reforço do cordão dunar.
A demolição da casas na Praia de Faro e o realojamento de pessoas que têm a primeira habitação em zonas a renaturalizar poderá avançar já em 2011, ainda que apenas em casos pontuais, nomeadamente quando a sua destruição se justifique para reforçar o cordão dunar.
A Sociedade Polis e a Câmara de Faro anunciaram, no passado domingo, que os planos para a Ilha deverão estar concluídos e disponíveis para consulta pública até final do ano.
No ano que vem, já é certo o avanço de alguns projetos, nomeadamente o reforço do cordão dunar em certas zonas e a redefinição do traçado da estrada que atravessa a Ilha, afastando-a da linha de costa em alguns pontos, de modo a evitar que seja galgada pelo mar.
Valentina Calixto, presidente da estrutura que gere o Polis da Ria Formosa, e o presidente da câmara de Faro Macário Correia estiveram no Centro Náutico da Praia de Faro no dia 10, para fazer um ponto da situação resultante do mau tempo que se fez sentir e provocou galgamentos do mar neste zona balnear.
Na mesma ocasião, foi feito o balanço dos trabalhos do Polis para o local.
«Podemos, no decurso de 2011, avançar para algumas intervenções, que podem passar por realojar pessoas de primeira habitação, eventualmente aliviar algumas construções na crista da duna, para criar condições de maior segurança e que podem levar ao realinhamento da própria estrada», disse Macário Correia.
Esta última intervenção, cuja urgência é defendida pelo autarca farense, evitará que «se tenha de tirar areia da estrada, de doze em doze horas, sempre que a maré está mais alta e há mau tempo». Uma ação que «traz enormes custos» à autarquia e obriga a manter máquinas em permanência neste local.
Quanto à grande intervenção de renaturalização prevista no Polis para a Península do Ancão, que prevê a demolição de centenas de casas, ainda não tem data anunciada. O plano para a parte Poente e Nascente será apresentado no decurso do ano que vem, mas as obras em si não devem começar em 2011.
Como revelou Valentina Calixto, o levantamento das habitações existentes nas zonas pertencente ao domínio público marítimo, situadas nas pontas Poente e Nascente da Praia de Faro, ainda continua. «Neste momento, já foram identificadas mais de 50 casas de primeira ou única habitação», num universo «de perto de 400 casas».
Estes casos terão um tratamento diferenciado por parte das autoridades, que se comprometem a arranjar uma habitação alternativa. «Ainda não há decisão quanto ao local. Há pessoas que querem ficar na ilha ou perto dela, mas outras que não se importam de ir para Faro, já que a sua atividade profissional não está ligada à Ria Formosa», ilustrou a mesma responsável.
O Plano de Pormenor que enquadrará a intervenção na parte central da Praia de Faro, já desafetada do Domínio Público Marítimo e sob a alçada da autarquia, está mais avançado. Será este plano que enquadrará as intervenções que Macário Correia prevê que possam avançar já no ano que vem.
O autarca revelou que a Câmara de Faro está a trabalhar em conjunto com o Laboratório Nacional de Engenharia Civil, «para definir a condição exata da cirurgia que se vai ter de fazer aqui».
«Durante o princípio do ano, seguramente estaremos em condições de aprovar o plano para a parte central e dispor dos estudos de engenharia relativos à intervenção global», avançou.
Até que esta intervenção esteja concluída, situações como a que foi vivida no passado fim de semana, com a água e areia a ultrapassarem os muros e a invadir a estrada, «voltarão, seguramente, a acontecer».
«Se ocorrer alguma situação de emergência e alguma casa caia durante o Inverno, a Câmara Municipal assegura o realojamento imediato dessas pessoas», garantiu Macário Correia.
A demolição da casas na Praia de Faro e o realojamento de pessoas que têm a primeira habitação em zonas a renaturalizar poderá avançar já em 2011, ainda que apenas em casos pontuais, nomeadamente quando a sua destruição se justifique para reforçar o cordão dunar.
A Sociedade Polis e a Câmara de Faro anunciaram, no passado domingo, que os planos para a Ilha deverão estar concluídos e disponíveis para consulta pública até final do ano.
No ano que vem, já é certo o avanço de alguns projetos, nomeadamente o reforço do cordão dunar em certas zonas e a redefinição do traçado da estrada que atravessa a Ilha, afastando-a da linha de costa em alguns pontos, de modo a evitar que seja galgada pelo mar.
Valentina Calixto, presidente da estrutura que gere o Polis da Ria Formosa, e o presidente da câmara de Faro Macário Correia estiveram no Centro Náutico da Praia de Faro no dia 10, para fazer um ponto da situação resultante do mau tempo que se fez sentir e provocou galgamentos do mar neste zona balnear.
Na mesma ocasião, foi feito o balanço dos trabalhos do Polis para o local.
«Podemos, no decurso de 2011, avançar para algumas intervenções, que podem passar por realojar pessoas de primeira habitação, eventualmente aliviar algumas construções na crista da duna, para criar condições de maior segurança e que podem levar ao realinhamento da própria estrada», disse Macário Correia.
Esta última intervenção, cuja urgência é defendida pelo autarca farense, evitará que «se tenha de tirar areia da estrada, de doze em doze horas, sempre que a maré está mais alta e há mau tempo». Uma ação que «traz enormes custos» à autarquia e obriga a manter máquinas em permanência neste local.
Quanto à grande intervenção de renaturalização prevista no Polis para a Península do Ancão, que prevê a demolição de centenas de casas, ainda não tem data anunciada. O plano para a parte Poente e Nascente será apresentado no decurso do ano que vem, mas as obras em si não devem começar em 2011.
Como revelou Valentina Calixto, o levantamento das habitações existentes nas zonas pertencente ao domínio público marítimo, situadas nas pontas Poente e Nascente da Praia de Faro, ainda continua. «Neste momento, já foram identificadas mais de 50 casas de primeira ou única habitação», num universo «de perto de 400 casas».
Estes casos terão um tratamento diferenciado por parte das autoridades, que se comprometem a arranjar uma habitação alternativa. «Ainda não há decisão quanto ao local. Há pessoas que querem ficar na ilha ou perto dela, mas outras que não se importam de ir para Faro, já que a sua atividade profissional não está ligada à Ria Formosa», ilustrou a mesma responsável.
O Plano de Pormenor que enquadrará a intervenção na parte central da Praia de Faro, já desafetada do Domínio Público Marítimo e sob a alçada da autarquia, está mais avançado. Será este plano que enquadrará as intervenções que Macário Correia prevê que possam avançar já no ano que vem.
O autarca revelou que a Câmara de Faro está a trabalhar em conjunto com o Laboratório Nacional de Engenharia Civil, «para definir a condição exata da cirurgia que se vai ter de fazer aqui».
«Durante o princípio do ano, seguramente estaremos em condições de aprovar o plano para a parte central e dispor dos estudos de engenharia relativos à intervenção global», avançou.
Até que esta intervenção esteja concluída, situações como a que foi vivida no passado fim de semana, com a água e areia a ultrapassarem os muros e a invadir a estrada, «voltarão, seguramente, a acontecer».
«Se ocorrer alguma situação de emergência e alguma casa caia durante o Inverno, a Câmara Municipal assegura o realojamento imediato dessas pessoas», garantiu Macário Correia.
"Barlavento"
19/10/2010
18/10/2010
Outra Feira
A realização da Feira de Santa Iria no Largo de S. Francisco não agrada a ninguém senão a alguns visitantes.
O local não é o adequado. Trata-se apenas de um parque de estacionamento que vai ser cada vez mais agredido.
Os vizinhos vão ter menos sossego. O estacionamento fica mais complicado para quem vive ou trabalha na Baixa.
Mas a opção é entre fazer ali ou não fazer nada. A solução menos má parece ser de fazer ali.
O ideal seria ter um parque de feiras e exposições moderno e bem equipado, talvez localizado no Vale da Amoreira. E em vez de tanta pequena dívida de despesa corrente avulsa e improdutiva, teria sido preferível ter feito isto há meia dúzia de anos. Foi pena.
Agora temos duas crises para resolver uma dentro das Finanças da câmara e outra lá fora e pelo Mundo inteiro.
Dando a volta às duas, ou até talvez só a uma, será suficiente para se fazer outra Feira de Santa Iria. Os projectos já começaram. O resto virá depois.
"Macário Correia no C.M."
17/10/2010
16/10/2010
Tiro da polícia pára ladrão
Jovem de 24 anos, empunhando uma pistola falsa, foi surpreendido pela PSP, após assaltar uma residência em Faro.Um telefonema para a esquadra da PSP alertou as autoridades para um assalto a uma residência na rua Gaspar Leão. Accionado um carro--patrulha com três agentes, estes detectaram um indivíduo em fuga, a pé. Ao sentir-se encurralado pelos polícias, ainda empunhou uma pistola, que viria a verificar-se, mais tarde, ser falsa. Um agente efectuou então um disparo para o ar, o que permitiu a detenção do jovem, na posse de várias peças em ouro, produto do roubo efectuado.
O detido, suspeito de outros oito furtos em residências, será hoje ouvido no Tribunal de Faro.
"C.M."
Património só rende 250 mil €
A Câmara de Faro pretende arrecadar 10 a 12 milhões de euros com a venda de património, de forma atenuar a grave situação financeira que vive, mas, até agora, só conseguiu encaixar 250 mil euros. A crise no sector imobiliário está a reflectir-se negativamente na procura.Segundo apurou o CM, a autarquia apenas conseguiu vender um prédio no Vale das Laranjeiras, em Montenegro, pelo valor de 210 mil euros, e um outro na cidade, por cerca de 40 mil euros.
Houve dois prédios colocados em hasta pública que não foram comprados: um na avenida 5 de Outubro, com o valor de licitação de 249 mil euros, e outro na Lejana de Baixo, por cerca de 752 mil.
Este último está novamente à venda, pelo mesmo valor. A praça terá lugar no próximo dia 15 de Novembro, no Salão Nobre da Câmara.
Está igualmente a ser preparada a alienação em hasta pública de um terreno, com mais de 13 mil metros quadrados de área, situado no Complexo Desportivo da cidade. Tal como o CM já noticiou, o imóvel destina-se à construção de um hotel, tendo o preço-base de 2,3 milhões de euros.
Ao mesmo tempo que tenta arrecadar receitas com a venda de património, a autarquia ultima um plano de reequilíbrio financeiro, que deverá contemplar um empréstimo de 50 milhões de euros.
"C.M."
Bloqueios e Multas de Estacionamento nas Gambelas
AAUALG envia apelo a Presidente da Câmara de Faro por sucessivos bloqueios e multas de estacionamento em Gambelas.
O Presidente da Direcção-Geral da Associação Académica da Universidade do Algarve informou ontem o Presidente da Câmara Municipal de Faro, Eng.º Macário Correia, da presença recorrente dos agentes da
GNR, desde o dia 7 de Outubro, na zona envolvente ao Campus de Gambelas, com o único intuito de multar e bloquear as viaturas, que na sua grande maioria são dos estudantes universitários.
A AAUALG considera este cerco apertado ao estacionamento em Gambelas lamentável, visto esta zona, mesmo que cada vez mais habitada, ter poucas alternativas de estacionamento e os estudantes universitários terem de estacionar nesse espaço. O Presidente da Direcção-Geral, Guilherme Portada, apela à sensibilidade do autarca, no sentido de desenvolver esforços para terminar com esta situação que penaliza lamentavelmente os colegas.
Neste apelo, a AAUALG reforça a sua reivindicação quanto às acessibilidades e transporte dos estudantes em Faro: em primeiro lugar, existe a necessidade de criar mais zonas de estacionamento em volta dos Campi, em especial em Gambelas e na Penha. Em segundo lugar, a necessidade de horários e rede mais alargados dos transportes públicos de Faro, sendo de louvar o primeiro alargarmento já efectuado até às 22.30 no ligação Gambelas - Faro. Por último, é de assinalar a urgência no que diz respeito à criação de uma ciclovia entre Faro e Gambelas, que permitiria aos estudantes universitários deslocarem-se em segurança de bicicleta, não sendo necessária a deslocação de automóvel para a Universidade, minimizando assim o impacto no estacionamento da zona e especialmente no ambiente.
Estas 3 reivindicações são, no entender da AAUALG, um passo fundamental para a melhoria das condições de estudo de todos os estudantes, também no desenvolvimento da própria Universidade e afirmação de Faro como cidade universitária.
Cordiais
Saudações Académicas,
O Presidente da Direcção-Geral da Associação Académica da Universidade do Algarve informou ontem o Presidente da Câmara Municipal de Faro, Eng.º Macário Correia, da presença recorrente dos agentes da
GNR, desde o dia 7 de Outubro, na zona envolvente ao Campus de Gambelas, com o único intuito de multar e bloquear as viaturas, que na sua grande maioria são dos estudantes universitários.
A AAUALG considera este cerco apertado ao estacionamento em Gambelas lamentável, visto esta zona, mesmo que cada vez mais habitada, ter poucas alternativas de estacionamento e os estudantes universitários terem de estacionar nesse espaço. O Presidente da Direcção-Geral, Guilherme Portada, apela à sensibilidade do autarca, no sentido de desenvolver esforços para terminar com esta situação que penaliza lamentavelmente os colegas.
Neste apelo, a AAUALG reforça a sua reivindicação quanto às acessibilidades e transporte dos estudantes em Faro: em primeiro lugar, existe a necessidade de criar mais zonas de estacionamento em volta dos Campi, em especial em Gambelas e na Penha. Em segundo lugar, a necessidade de horários e rede mais alargados dos transportes públicos de Faro, sendo de louvar o primeiro alargarmento já efectuado até às 22.30 no ligação Gambelas - Faro. Por último, é de assinalar a urgência no que diz respeito à criação de uma ciclovia entre Faro e Gambelas, que permitiria aos estudantes universitários deslocarem-se em segurança de bicicleta, não sendo necessária a deslocação de automóvel para a Universidade, minimizando assim o impacto no estacionamento da zona e especialmente no ambiente.
Estas 3 reivindicações são, no entender da AAUALG, um passo fundamental para a melhoria das condições de estudo de todos os estudantes, também no desenvolvimento da própria Universidade e afirmação de Faro como cidade universitária.
Cordiais
Saudações Académicas,
15/10/2010
14/10/2010
Feira de Sta. Iria
Estacionamento na Sé ...
Durante a ocupação do Largo de S. Francisco pela realização da Feira de Sta. Iria, a autarquia não vai autorizar o estacionamento ilegal no Largo da Sé, excepto, de acordo com o regulamento em vigor, a residentes, comerciantes, dirigentes autárquicos, viaturas da Diocese e Seminário. O Largo da Sé ...não é alternativa para quem trabalha na baixa de Faro.
O Largo da Sé é a sala de visitas da cidade, pelo que a sua ocupação por viaturas deve ser de baixo índice por forma a não prejudicar a sua fruição e o seu valor cultural. Não enobrece o Largo da Sé o estacionamento em cima de lancis, passeios ou no meio da estrada, nem valoriza a oferta turística da cidade, pois nem sequer o comboio turístico consegue manobrar. Não enobrece a cidade a circulação massiva pelo Arco da Vila adentro pondo em causa a segurança de munícipes e visitantes que, face aos passeios exíguos, são forçados a transitar na extensão disponível.
Cada vez mais, em resultado do fenómeno low cost que se tem feito sentir significativamente em Faro e que nos abre perspectivas de dinamismo económico, temos que zelar pelo nosso património e pela arrumação e aprumo dos locais mais emblemáticos da cidade.
Durante a ocupação do Largo de S. Francisco pela realização da Feira de Sta. Iria, a autarquia não vai autorizar o estacionamento ilegal no Largo da Sé, excepto, de acordo com o regulamento em vigor, a residentes, comerciantes, dirigentes autárquicos, viaturas da Diocese e Seminário. O Largo da Sé ...não é alternativa para quem trabalha na baixa de Faro.
O Largo da Sé é a sala de visitas da cidade, pelo que a sua ocupação por viaturas deve ser de baixo índice por forma a não prejudicar a sua fruição e o seu valor cultural. Não enobrece o Largo da Sé o estacionamento em cima de lancis, passeios ou no meio da estrada, nem valoriza a oferta turística da cidade, pois nem sequer o comboio turístico consegue manobrar. Não enobrece a cidade a circulação massiva pelo Arco da Vila adentro pondo em causa a segurança de munícipes e visitantes que, face aos passeios exíguos, são forçados a transitar na extensão disponível.
Cada vez mais, em resultado do fenómeno low cost que se tem feito sentir significativamente em Faro e que nos abre perspectivas de dinamismo económico, temos que zelar pelo nosso património e pela arrumação e aprumo dos locais mais emblemáticos da cidade.
Município de Faro Facebook
O Sr.Presidente da Câmara, José Macário Correia, estará disponível no próximo dia 20, quarta-feira, entre as 12 e as 13h, para responder a todas as questões que lhe quiserem formular. Para isso basta, nesse horário, publicar no mural de Município de Faro alertas, críticas, sugestões, perguntas, o que entenderem transmi...tir ao mais alto responsável da autarquia.
O concelho constrói-se com todos.
12/10/2010
Montenegro quer pintar passadeiras
Na freguesia de Montenegro, em Faro, a marcação nas estradas é praticamente invisível.Esta falta representa um perigo, principalmente os automobilistas que não conhecem a zona e não se apercebem que estão numa via onde existem passadeiras (é o caso das ruas Júlio Dinis e Tomé da Costa).Mesmo à velocidade mínima permitida por lei dentro das localidades, quando se aperceberem poderá já ser tarde demais. É necessário voltar a pintar estas passadeiras, pois estão invisíveis.
Paulo Lourenço
A RESPOSTA
A Câmara Municipal de Faro tem vindo a proceder à pintura de passadeiras em vários locais. As duas ruas referidas pelo munícipe também vão ser alvo de uma intervenção. Dentro da nossa disponibilidade, vamos tentar fazer essa intervenção tão breve quanto possível.
Câmara Municipal de Faro
"C.M."
Ilha está em perigo
O mar pode abrir uma barra a meio da Ilha de Faro já este ano. O perigo foi assumido pela câmara local e pela Administração da Região Hidrográfica, depois de água e areia terem voltado a passar sobre a Ilha, no último fim-de-semana.
Para evitar isso, a autarquia admite deslocar "o traçado da estrada para mais junto à Ria", explica Macário Correia, no sentido de permitir que a duna ganhe maior consistência. Por outro lado, a recolocação da estrada faria com que a via deixasse de ser invadida por água e areia sempre que há marés vivas.
"Na zona nascente mesmo ao lado do parque de campismo a água correu de um lado ao outro", explicou ao CM Macário Correia. Essa será a zona em maior perigo de ‘abrir’ ao mar, como sucedeu, no Inverno passado, na Fuseta.
Para evitar isso, a autarquia admite deslocar "o traçado da estrada para mais junto à Ria", explica Macário Correia, no sentido de permitir que a duna ganhe maior consistência. Por outro lado, a recolocação da estrada faria com que a via deixasse de ser invadida por água e areia sempre que há marés vivas.Esta solução implicaria a eventual demolição de construções na área desafectada da Ilha de Faro. Macário Correia não vê impedimentos, uma vez que nessa zona "só 80 casas é que estão legais, as restantes têm licença de ‘barracas desmontáveis’ que são renovadas anualmente", explica.
Já na zona poente, onde há casas que podem ficar em perigo de derrocada com os temporais de Inverno, a autarquia assegura o realojamento a todos os moradores, de primeira habitação, que sejam afectados.
"Foi feito um inquérito à população para saber onde preferiam vir a morar", refere o presidente da Câmara de Faro, "alguns, que já abandonaram a actividade piscatória, admitem mudar-se para a cidade, outros preferem ficar na Ilha, em local ainda não definido".
Há ainda uma terceira hipótese de realojamento, junto ao aeroporto, mas perto da Ria Formosa. Esta solução, no entanto, só será tomada como última alternativa.
"C.M."
11/10/2010
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